7 erros que você não pode cometer em cursos on-line (se você é gestor, não ignore o 6º)

É bem comum ouvir as pessoas comentando que e-learning é o futuro, e a gente constrói o futuro olhando para os erros do passado e buscando não o cometer, concorda?

No post de hoje te mostro 7 dos erros mais comuns no desenvolvimento de soluções de treinamento on-line. Se rolar uma identificação com algum deles, não se desespere, curso on-line não está escrito na pedra e sempre é possível ajustar!

1.      Objetivos de aprendizagem superficiais

“Gatinho de Cheshire, começou um pouco tímida, pois não sabia se ele gostaria do nome, mas ele abriu ainda mais o sorriso.

“Vamos, parece ter gostado até agora”, pensou Alice, e continuou:

“Poderia me dizer, por favor,

que caminho devo tomar para sair daqui?”
“Isso depende bastante de onde você quer chegar”, disse o Gato.
“O lugar não importa muito…”, disse Alice.
“Então não importa o caminho que você vai tomar”, disse o Gato.”

Trecho de Alice no país das maravilhas

Sem mais por ora.

2.      Transformar o PPT do presencial em e-Learning

Um treinamento presencial tem suas particularidades, assim com o treinamento on-line. Acreditar que ter um PPT do presencial em formato on-line é oferecer um rapid learning, por conta do prazo de desenvolvimento, é um grande erro.

Essas diferenças dão um artigo completo… você quer saber o que considerar nessa conversão de presencial para on-line? Então comenta aqui embaixo #PresencialNaoEhOnline que eu preparo esse post para você 😉

3.      Conteúdo raso

Para cada curso que desenvolvemos há um gestor tirando funcionários de seu posto de trabalho para investir seu tempo em ganhar conhecimento e espera resultados por isso. Por isso, um conteúdo deve entregar aquilo a que se propõe e tem que valer a pena, concorda?

4.      Curso sem avaliação de conhecimento

Para que serve um curso? Para entregar conhecimento, sim? E essa entrega deve ser constantemente medida e avaliada.

“Se você não pode medir, você não pode gerenciar”

Peter Drucker, pai da Administração Moderna e minha paixão platônica.

Proponha exercícios de retenção e, se possível, aplique Avaliação de Conhecimento para medir o ganho de conhecimento e verificar se ainda existe algum gap de conhecimento.

É bom ter em mente quais relatórios seu LMS entrega.

5.      Pensar apenas na qualidade visual

Sim, é superimportante que o curso seja visualmente atraente… mas o conteúdo ainda é rei!

6.      Não consultar um Designer Instrucional

Tem gente que quando está doente, procura o farmacêutico*… pode dar certo? Pode. Pode dar errado? Pode.

Economizar na contratação de um DI pode dar certo? Pode. Pode dar errado? Pode.

Se a empresa tem margem para tentativas e erros no treinamento do seu pessoal… então tudo bem.

Para saber o que um DI faz, leia esse post aqui.

* No meu bairro, por muitos anos tinha um rapaz, dono da Farmácia, que na verdade, havia se formado em Medicina Veterinária… era engraçado ver como as pessoas ‘se consultavam” com ele…

7. Não comunicar a disponibilização do curso

Ter um curso bacana e não o divulgar não faz o menor sentido. No desenvolvimento do projeto, contemple e-mail marketing, banner em locais estratégicos e, até mesmo, divulgação nos grupos de Whatsapp dos funcionários.

E aí? Você já viu algum outro erro grave também? Compartilha aqui nos comentários!

3 Comentários


  1. É bem isso mesmo! Concordo com todos os pontos citados. Mas o que mais me intriga é um curso oline sem DI. Por experiência própria, afirmo: não vai dar certo. Noventa por cento dos cursos que são vendidos sem DI voltam para revisão de coerência do conteúdo. É de matar.

    Me interessei pelo material sobre a conversão de PPTs em cursos on-line…

    #PresencialNaoEhOnline

    Responder

    1. É de matar mesmo, Denise!!
      Em breve vem o post sobre conversão do presencial para o on-line 😉
      Bjs e obrigada por comentar!

      Responder

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